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Cláudia Raia relembra quando quase transava com cavalo: “difícil”

Durante uma live com a jornalista Simone Zuccolotto, Cláudia Raia relembrou as gravações do filme “Matou a família e foi a Cinema” e contou que teve dificuldade em algumas cenas.

A atriz falou sobre as cenas polêmicas da obra (ela precisou entrar numa banheira com uma galinha viva e ficar nua perto de um cavalo). “Tinha uma cena minha nua, só com um corpete, que gravamos numa madrugada fria em Teresópolis. Minha personagem tinha quase uma transa com um cavalo, que na verdade era um sonho dela. Em um certo momento, o cavalo deu uma pirada e precisou ser retirado de cena para dar uma espairecida”, começou Cláudia.

“Ainda bem que eu tinha a Louise Cardoso como meu par romântico para dar um apoio. O resultado é interessante, as pessoas adoram, mas confesso que é difícil de assistir. Foi difícil de fazer também, é muito forte”, lembrou.

De acordo com Cláudia, a cena da galinha também foi difícil de gravar, já que o diretor, Neville D’Almeida, havia deixado o set de filmagens para fazer um tratamento dentário.

“Era uma cena em que eu entrava com a Louise e uma galinha viva numa banheira para declamar as poesias eróticas de James Joyce. A gente não sabia muito bem o que fazer ali, a galinha quase virando canja e o direto tinha sumido. Neville correu do set para fazer um tratamento de canal no dentista. Isso é a cara do que era fazer cinema ali no fim dos anos 80”, contou.

Apesar das dificuldades e cenas polêmicas, Cláudia contou que não se arrependeu de ter aceitado o trabalho e disse que gostaria de ter feito mais filmes para o cinema nacional.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Polêmicas

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