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Atriz da Globo que queria matar Bolsonaro agora se vitimiza e passa vergonha

A atriz da Globo Maria Flor, envolvida em uma polêmica após descrever crueldades que gostaria de fazer com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), deu uma entrevista exclusiva ao jornal O Globo nesta terça-feira, 7.

No espaço, porém, ela não se mostrou arrependida das palavras que disse e se vitimizou.

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Maria Flor disse no vídeo: “Eu queria poder pegar o Bolsonaro e esfregar a cara dele em um asfalto quente, até ele ficar com a cara toda esfolada, e a pele dele sair, e eu arrancar com a mão, com o dente, e eu pegar aquele olho dele, e enfiar os dois dedos”.

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Já ao O Globo, ela explicou: “No vídeo completo, explico o motivo da minha indignação, mas cortaram e colocaram só o trecho da piada”.

Pra começar, espalhar o ódio e incentivar a violência não é brincadeira nem piada.

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Ela continua: “Ok, foi polêmica, mas o presidente não está num lugar vulnerável ou de risco, como os gays, a quem ele ataca no país que mais mata gays no mundo. Ele está num lugar de poder. Tenho direito de criticá-lo como cidadã”.

Por um lado ela tem toda a razão. O presidente foge do bom senso em várias de suas falas, mas isso não pode servir de desculpas. Afinal, ela também ocupa um lugar privilegiado. A voz de uma atriz conhecida não é a mesma de uma cidadã comum.

Polêmica por ela ser mulher

Para Maria, a polêmica se deu pelo fato dela ser mulher: “Apenas por eu ser “uma mulherzinha dessas”, escreveu um. Como se “mulher” fosse um adjetivo pejorativo. Parece que não podemos ser agressivas, temos que ser doces, românticas, delicadas. Se fosse um homem criticando seria diferente”.

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Mais um vez sou obrigado a discordar de seus argumentos. Sua fala se dá pela gravidade, não por seu gênero. Até seu marido ficou espantado e tentou amenizar a situação dizendo que a atriz não estava “incentivando a violência” e que se tratava de uma “brincadeira”.

Maria confrontou o marido e assegurou: “Eu estou incentivando a violência ao Bolsonaro, aquele idiota”.

Ela termina a entrevista denunciando as ameaças que começou a receber e afirmando que não será censurada:

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“Não vou me calar”

“Não vou aguentar calada. Isso não é normal, é uma forma de censura, de tentativa de me calar pelo medo. Comecei a denunciar os perfis. Alguns são de gente fotografada ao lado de armas, outros, falsos, que sequer têm seguidor “.

Diante dos fatos, a conclusão que se tem é que Maria Flor acabou passando vergonha ao dizer coisas que não devia e ao não ter o bom senso de se desculpar.

Repito: violência não é solução nem piada.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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