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Maior crise na história da Globo pode causar demissão em massa

A Globo está passando por uma de suas piores crises devido à pandemia do novo coronavírus. Todo o planejamento da emissora para 2020 teve que ser repensado, trazendo consequências também para as produções de 2021.

Com as gravações de Amor de Mãe, Salve-se Quem Puder e No Tempo do Imperador suspensas, cerca de mil funcionários ficaram em casa. Trabalhadores de todos os setores receberam os salários em dia, com descontos e redução da carga horária. No entanto, ninguém sabe o que vai acontecer nos próximos meses, o que deixa os funcionários da emissora inseguros sobre os seus empregos.

“Ninguém fala nada, ninguém tem uma posição oficial. Todo mundo está tenso porque existem muitos funcionários de carteira assinada que estão à disposição e aí podem ser escalados. Até agora ninguém foi demitido de fato. Os contratos não foram renovados e os poucos que estão sendo chamados assinam por um mês”, revelou uma fonte interna da emissora.

Contratos mensais

As equipes estão sendo chamadas para trabalhar em programas específicos, com contratos curtos que duram em torno de um a três meses.

Por exemplo, a equipe do Tamanho Família é contratada por seis meses. O contrato se encerra em julho, mas boa parte dos funcionários volta em setembro para trabalhar por três meses no PopStar, The Voice, Escolinha do Professor Raimundo, ou outro programa sazonal.

Um dos funcionários da emissora, que pediu anonimato, revelou que está tendo o seu contrato renovado mensalmente, o que o deixa sem saber como será o seu futuro na Globo.

“O meu contrato terminou em junho, renovei até julho e agora fui chamado para estender até 31 de agosto. A coordenadoria não tem ideia do que via acontecer e diz que a direção é quem vai decidir”, disse.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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