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Luciano Huck confirma que pode se demitir da Globo para brigar com Bolsonaro

Em uma reunião do Conselho Político e Social (Cops) da Associação Comercial de São Paulo, o apresentador global, Luciano Huck (sem partido) indicou que seu período na TV Globo pode estar chegando ao fim.

Cotado para as eleições à presidência em 2022, brigando contra Bolsonaro, Huck foi questionado se teria “coragem” de se candidatar. “Estou aqui”, respondeu o apresentador, mas ponderou que no momento se vê mais como um “cidadão ativo”.

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“Eu quero mobilizar, liderar, fomentar uma geração para que a gente participe ativamente das transformações que o Brasil precisa. Ninguém vai entregar isso de graça para a gente”, disse Huck.

“Sobre a questão da coragem (de se candidatar a presidente), estou aqui, não é? Estou aqui conversando sobre temas que não são óbvios para mim, como energia, reformas. Tenho estômago para ouvir opiniões diversas, para estar em cena num momento tão delicado do País. Neste momento, estou sentado aqui como cidadão ativo, que está no debate público”, afirmou.

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O apresentador evitou falar sobre a próxima eleição à presidência, e pediu foco no tema das cidades, em função do pleito deste ano. “(Não quero) personificar ou ‘fulanizar’, em mim ou outra pessoa, um debate eleitoral majoritário que não está em voga neste momento.

Isso mais atrapalha que ajuda, e Brasil afora tem gente mais preocupado com a eleição (2022) do que em atender as necessidades das pessoas. Temos neste ano um ciclo eleitoral nas cidades e a política começa nas cidades”, disse.

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Ainda na reunião, Huck afirmou que vê o Brasil sem lideranças que promovam o debate. “A demonização da política e a não harmonia entre Poderes estão ligadas à questão da liderança. (É preciso) uma liderança que concilie e dialogue, e não que assopre brasa com discursos sectários. Precisamos retomar o diálogo”.

Brasil como potência ambiental

Outro assunto abordado pelo apresentador na reunião, foi a sustentabilidade. Huck defendeu que o Brasil se torne uma nação agroindustrial sustentável, aliando o potencial do agronegócio à preservação do meio-ambiente. 

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“O mundo quer investir em economias limpas”, disse. “É uma oportunidade de ouro com o nosso potencial. Precisamos de lideranças que enxerguem com clareza essa oportunidade. O que tem prevalecido nos últimos anos é a visão que endossa o extrativismo predador. A aceleração do desmatamento, a não importância (dada) às queimadas como não as estivéssemos vendo. Essa é a década da bioeconomia, com floresta em pé”, afirmou.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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