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Fifa visita estados brasileiros para Copa feminino de 2023

A CBF mantém otimismo em relação a Copa feminina de 2023, ainda mais depois de a Fifa vir ao Brasil entre os dias 3 e 6 de fevereiro para inspecionar locais para decidir qual candidatura levará a Copa do Mundo feminina de 2023. A entidade enviou representantes a São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro, três dos oito locais que a CBF disponibilizou como opções de sedes: Belo Horizonte (Mineirão), Brasília (Mané Garrincha), Manaus (Arena da Amazônia), Porto Alegre (Beira-Rio), Recife (Arena de Pernambuco), Rio de Janeiro (Maracanã), Salvador (Arena Fonte Nova) e São Paulo (Arena Corinthians).


Famoso por ser o país do futebol, o Brasil sempre se empolga quando o assunto é esse. Os brasileiros amam acompanhar o esporte seja ao vivo, pela televisão ou por sites como a Betway Apostas. Por isso, CBF acredita que o país tem total possibilidade de abrigar a competição não somente pela receptividade dos brasileiros como também devido a preparação que essas áreas passaram para receber a copa de futebol masculino em 2014. O Brasil possui uma boa estrutura, maior inclusive que as instalações da França, que já teve a oportunidade de realizar a competição. Antes do Brasil, a Colômbia já havia recebido a visita da Fifa. Na candidatura Austrália/Nova Zelândia, a inspeção é entre os dias 17 e 22 de fevereiro. A entidade encerra esse processo entre os dias 24 e 27 de fevereiro, no Japão.

Segundo Marco Aurélio Cunha, diretor de futebol feminino da CBF, todas as competições são relevantes para o Brasil receber. “Desde sub-15, 17, 20, até as maiores dos adultos e adultas. O compromisso da CBF é estar sempre à frente promovendo competições. Tivemos agora a Supercopa do Brasil, que foi um sucesso total. Uma competição lindíssima, muito bem organizada. Cada vez que a CBF puder ser posta à prova a sua capacidade de gerenciamento, de poder trazer ao Brasil os melhores eventos, eu tenho certeza que a diretoria, o presidente Rogério Caboclo vai tentar. Hoje felizmente a CBF goza de excelente prestígio internacional e na minha opinião é um exemplo de gestão. Basta que a gente acredite nisso também aqui no Brasil porque já tem se provado que as coisas aqui têm andado bem. Acho que vai ser competitivo. Há outros países evidentemente buscando o mesmo desejo, que é fazer a Copa do Mundo feminina, mas acho que o Brasil tem uma grande chance. ” disse o diretor, em coletiva na sede da CBF na terça-feira.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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